domingo, 6 de junho de 2010

O que não dá pra perder em Orlando


Querido casal de amigos que vai aos EUA no fim do ano procura: o que não dá pra deixar de ver em Orlando em 3 dias? A considerar: são três dias inteiros, sem contar a data da chegada e da saída; é a primeira vez; não têm filhos; gostam de montanha-russa; querem fazer compras.


Dado o briefing, acho que um dos dias tem que ser mesmo do Magic Kingdom, afinal, aquilo é a Disney. Especialmente em uma turnê romântica como essa. A magia, o encanto e a atmosfera dos outros parques não chega nem perto. Disneymaníacos, agora vem a parte polêmica: estou errado se disser que o show de encerramento do Epcot, o Illuminations, deixa o Wishes, do Magic Kingdom, no chinelo? Os dois são lindos, mas aquele encerramento do Epcot é completamente sem limites - a hora que parece estar terminando, vem algo novo. Sem contar o tamanho daquilo tudo, completamente sincronizado - fogos, luzes, água, música e efeitos especiais.


O segundo dia pode ter emoções de outro tipo, com um pouco mais de adrenalina: Universal Studios e Universal Islands of Adventure. Existe aquele negócio de que quem gosta de montanha-russa tem que ir ao Busch Gardens, mas a cenografia e o encanto são tão fracos, que não sei se vale a pena numa viagem curtinha. Mesmo os dois parques da Universal feitos durante um mesmo dia, deixarão muito para a próxima visita. O inadiável são as montanhas russas do Hulk - que já sobe acelerada -, a Rip Ride Rock it - sem protetor de ombro, você fica preso por uma trava por cima da cintura - e a Duelling Dragons - dois trajetos entrelaçados que quase se encontram em alguns trechos - , que está recebendo ajustes e deve trocar de nome, já que fará parte da ilha dedicada ao Mundo Mágico de Harry Potter. Aliás, pelas primeiras fotos das reproduções do Castelo de Hogwarts e do Vilarejo de Hogsmeade, o negócio está ficando bom mesmo. Já pensou tomar cerveja amantegada em pleno Três Vassouras? Outro brinquedo lindo é o simulador dos Simpsons. Não só por ele próprio ser divertido e bem feito mas, porque da fila até a saída, a imersão no universo dos amarelados sem queixo é incrível. Esses parques fecham mais cedo (por volta das 6 da tarde, depende da época do ano), então dá pra aproveitar a noite para as compras. Os Outlets Prime e Premium, são pirantes. Tem que se controlar, mesmo não sendo comprólatra. Ambos tem hora pra fechar, então pode ser a salvação do bolso. Mas se quiser continuar a gastança,o WalMart - que lá é loja de departamentos, não supermercado - é 24 horas.

Quando inventaram aquele negócio que tamanho não é documento, era do Disney Hollywood Studios que estavam falando. O menor parque da Disney é a chave de ouro para o terceiro dia. Toda a caracterização é tão linda e impecável, que um dos brinquedos principais do parque é um elevador que despenca - tipo Turbo Drop do Playcenter - e ninguém acha ruim. A Tower of Terror tem um enredo bem bolado, direção de arte ultra-trabalhada e a expectativa que vai sendo criada ao longo da atração antes da queda é 90% da graça. Ainda tem a montanha russa no escuro do Aerosmith, com direito a looping, e classiqueiras como o E.T. e o show de dublês do Indiana Jones. De noite, a iluminação do parque o torna ainda mais especial, principalmente perto do Natal. Os três dias mágicos pedem um encerramento com estilo: no Universal CityWalk, uma espécie de shopping a céu aberto com neons para todo o lado, está o maior Hard Rock Cafe do Mundo.

Ficou faltando algo que dá pra encaixar ou substituir?

Veja também:
- Orlando com tudo pago
- As luzes e o natal da Disney

2 comentários:

  1. haha, eu participei do stunt show do indiana jones.

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  2. fandárrtico fochão!
    falo q vc era o mr frnándou from Brazil?

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