quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Como evitar sacanagens contra turistas, principalmente na primeira viagem


Mesmo consultando e pesquisando muito, acontece. Armadilhas contra viajantes e turistas são muito comuns, com risco potencializado pra quem viaja independentemente, sem passeios ou excursões. São, na maioria das vezes, coisinhas simples. Nada que já não tenha acontecido a alguém ou que detone a viagem, mas também não vale a experiência. Já ouviu falar que turista é turista em qualquer lugar? Isso só é verdade se o turista emburrece e resolve perguntar pra criança se ela quer doce, tipo pedir pro taxista indicar o melhor caminho.

Aliás, talvez o maior problema esteja relacionado a taxis. Sem excesso de cautela e já desculpando-me de todos os taxistas honestos, mas está ficando cada vez mais difícil encontrá-los. Percursos aumentados, taxas inventadas na hora e exigência de gorjeta são as reclamações mais comuns. Soluções: exigir que seja ligado o taxímetro; ou perguntar o preço aproximado da corrida antes de embarcar; ou fechar um preço fixo.

Outra picaretagem das grandes: nota falsa. E assim como no exemplo anterior, quem aplica esse tipo de golpe, está quase sempre disfarçado de gente honesta. Soluções: não pagar contas pequenas com notas altas; evitar compra de notas grandes em casas de câmbio.

Alguns aeroportos são sensacionais. Explicadinhos, bem sinalizados, bonitos e seguros, só que seguem sendo, por razões óbvias, lugares de gente perdida e de bem intencionados querendo aproveitar-se da situação. Por mais receptivo que o cidadão seja, é melhor ir a um balcão de informações oficial que acreditar que havia alguém ali, esperando só pra te ajudar. Parece óbvio, mas ali no desconhecido, procurando qualquer referência e sendo abordado insistentemente, a coisa não é tão simples.

Fora dos aeroportos, a moda agora é o profissional vendedor, em qualquer área. Em restaurantes, é importante perguntar o tamanho das porções e o preço dos couverts, antes que se peça porção pra dois e o estabelecimento empurre pra doze. Recepcionistas de hotel também gostam de vender passeios a quem pergunta sobre direções de um lugar, afirmando que não há outro jeito de chegar. E artesãos de feirinhas abrem negociações cobrando tarifa extra de sotaque.

Pior de tudo é querer, aqui, ensinar algo pra alguém, sendo que eu já caí em todas essas! A parte boa é que hoje eu lembro e rio de mim mesmo porque, apesar de ser a única opção, pelo menos é de graça.

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2 comentários:

  1. hehehehe
    Eu tb já caí em várias e a mais onerosa foi perder um passeio contratado por uma agencia por, supostamente, ter entendido o horário de saída errado, mas na verdade foi que a agencia não tinha conseguido fechar o grupo para o passeio... Perdemos o passeio e o dinheiro (ColqueTur - San Pedro de Atacama)!
    Bjs e Boas viagens!
    Carla
    www.expedicaoandandoporai.blogspot.com

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  2. muita sacanagem né... q qcusta o cara dizer q não teve gente suficiente e pronto? bom que agora já sei o nome da empresa e quando for pro atacama não vai ser por ela q vo comprar os passeios!
    beijo!

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