Na hora do almoço, o divertido era ficar parando de portinha em portinha, vendo as lousas caprichadas anunciando o prato do dia. Escolhi um restaurante de nome bem peculiar - era pequenino e aconchegante, uma tasca.
Como de costume, fui muito bem acolhido. Recebi o cardápio - tão caprichado quanto a lousa da entrada -, em 4 ou 5 idiomas, com uma infinidade de opções. Escolhi a minha e pedi pro garçom, que ao ficar sabendo qual era o prato, disse, se lamentando:
- Pois senhor... este hoje não há...
Faz parte, né. Às vezes acontece mesmo de não ter o que a gente quer. Mais um tempinho, escolhi outro prato e chamei o simpático de novo:
- Pode ser este aqui?
- Hmm... pois senhor... este hoje, infelizmente, também não há.
Falta de sorte. Então vai algo mais basicão, escolhido na seção de entradas. Eu nem estava com tanta fome mesmo.
- Fico com este aqui.
- Hããã... como é que vos digo, senhor... este, excepcionalmente hoje, não há.
Bom, da educação do garçom não dava pra reclamar, não é? Então achei que era mais fácil ele me indicar o que não estava em falta.
- Pra não ter erro dessa vez, o que é que você me indica?
Aí ele tirou da minha frente o cardápio multi-língue elaboradíssimo e substituiu por uma folha de papel sulfite, com três opções de prato, que dizia no cabeçalho: Hoje Há.
Pra não ficar devendo o nome do restaurante, aí vai:
Veja também:
Como ainda ninguem comentou essa historia?!?! É a melhor! E tinha que ser num restaurante chamado Brazuca ne?! Afe!!! rsrs
ResponderExcluirbjusS
Espero que não tenha deiaxdo nenhum portuence bravo comigo!
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