terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Réveillon na Bahia

Arraial d'Ajuda - fonte: http://praia-pitinga-arraial-dajuda.com
Ao contrário de outras épocas do ano, para o réveillon não adianta esperar promoções de última hora. Os preços dos pacotes, nesta última semana do ano, lembram a época em que a inflação era diária. Torrando aquelas economias, ainda dá tempo pra garantir sua bença do Senhô do Bonfim pra virada da década, no estado mais brasileiro de todos.

Em Salvador, Cláudia Leitte comanda o Réveillon da Cidade na companhia da Orquestra Benutti e a Banda Negra Cor. A festa é no Bahia Marina e a entrada já inclui bebidas. Ingressos entre R$ 400,00 e R$ 900,00 em http://www.ingressorapido.com.br/ e http://www.ticketmix.com.br/ .

Para Ilhéus, a agência Bahia Bella oferece pacotes de 3 a 5 noites em diversos hotéis, como o Arcobaleno, por 3 x R$648,00, no sistema all inclusive. Há opções para outros destinos agitados como Itacaré e Porto Seguro. Com mais estilo e conforto, resorts como o IberoStar Praia do Forte aceitam reservas pelo http://pacotes.travel/pacotes/reveillon/nacionais-reveillon .

Em Trancoso, o Pousadas em Trancoso tem pacotes em diversas pousadas como o Recanto dos Girassóis, que oferece 7 noites a R$ 3250,00 para duas pessoas, ou R$ 5730,00 para quatro ocupantes.  Pela Litoral Verde três noites no Arraial d'Ajuda Eco Resort saem por R$ 2366,00 por pessoa, com meia pensão e transfer do aeroporto.

obs: os preços são referentes a data desta pesquisa (28/12/2010) e as vagas para qualquer uma das opções estão sujeitas à disponibilidade no momento da sua reserva.

Veja também:
- Mais opções para o Réveillon

sábado, 25 de dezembro de 2010

Cozinha do mundo ao acaso: em São Paulo, 10 lugares autênticos para experimentar o planeta sem ir à falência

Macarrão chinês: combinação chinesa perfeita - fonte: theperfectpantry.com
Quando se ouve que São Paulo é gastronômica por excelência, a interpretação às vezes tendencia para o lado errado. Excelência chama opulência, que chama ostensividade, que chama a imagem de restaurantes caros e cheios de etiqueta. Prefiro rotular - já que temos, mesmo, essa necessidade - São Paulo como gastronômica por consequência.

A comilança não é só acessível para quem pode contar em centenas, já que dos bistrôs aos yakissobas de porta de faculdade, a comida paulistana é uma das mais fiéis às origens. Pratos típicos de culinárias do mundo todo estão representadas aqui como em poucos outros lugares. Ninguém duvida que na Itália não se come só massa e que, no Japão, nem tudo é cru. Mas qual é o bom boteco brasileiro lá de fora que não tem feijoada como prato mais vendido?

Onde experimentar os principais pratos do mundo, em São Paulo, sem falir:

São Paulo Chinesa
China Plaza e China Esmeralada
Chineses vizinhos de porta. Rústicos e fartos! Na dúvida, vá nos dois. Servem apenas na hora do almoço.
Rua Cândido Espinheira, altura do 650 quase esquina com Rua Monte Alegre - Perdizes
3675-4901 (China Plaza)
3862-7798 ou 3875-3601(China Esmeralda)

São Paulo Americana
New Dog
Hamburgueria e lanchonete requintada.
Rua Joaquim Floriano 254 - Itaim Bibi
3168-7899
http://www.newdog.com.br

São Paulo Japonesa
Kinoshita
O chef Tsuyoshi Muramaki mostra que não há nada como um sushi feito por japas do Japão.
Rua Glória 168 - Liberdade
3105-4903
http://www.restaurantekinoshita.com.br

São Paulo Chilena
El Guatón
Empanadas, frutos do mar e um ambiente descontraído como só os chilenos sabem fazer.
Rua Arthur de Azevedo 906 - Pinheiros
3085-9466
3807-9647
http://www.elguaton.com

Kebabel - fonte: http://www.guiadasemana.com.br
São Paulo Turca
Kebabel
Kebab de falafel, sem medo de ser feliz.
Rua Fernando de Albuquerque, 22 (quase esquina com Rua Augusta) - Bela Vista
3259-1805
http://www.kebabel.com.br/

São Paulo Portuguesa
Cláudius Grill
Terceira ou quarta vez que indico o Claudius. Peixe, peixe, peixe e mais peixe!
Rua Cardoso de Almeida 770 - Perdizes
3871-5533
http://www.claudiuspeixesgrelhados.com.br

São Paulo Mexicana
Don Pancho
Rodízio da cozinha mais criativa das américas. Quanta coisa boa os caras conseguem fazer com carne moída, feijão, milho e pimenta.
Rua Joaquim Távora 1315 - Vila Mariana
2538-7494
http://www.donpancho.com.br/

São Paulo Alemã
Braugarten
Em vários endereços, o melhor da comida, da ambientação e da cerveja bávara.
A unidade do Itaim Bibi (Rua Joaquim Floriano, 466 - Shopping Kinoplex) tem mesas ao ar livre.
http://www.braugarten.com.br

São Paulo Italiana
Cantina Roperto
Há quase 70 anos num dos bairros mais tradicionais da cidade, pratos fartos e deliciosos.
Rua 13 de Maio, 634 - Bixiga
3288-2573
http://www.cantinaroperto.com.br/

Frangó - fonte: mainardisse.wordpress.com
São Paulo Brasileira
Frangó
Comida de boteco liderada pela famosa coxinha de frango com catupiry. Perfeita pra combinar com
alguma das mais de 300 opções da carta de cervejas do mundo inteiro. E claro que também tem feijoada!
Largo da Matriz Nossa Senhora do Ó, 168 - Freguesia do Ó
3932-4818
http://www.frangobar.com.br

Veja também:
- São Paulo: pra gostar de comida japonesa
- Não temos cafés, mas temos padocas
- Só falta litoral
- São Paulo: onde comer bom bacalhau

domingo, 19 de dezembro de 2010

Os países mais difíceis de entrar no mundo

Pyongyang, capital da Coréia do Norte - fonte: noticias.sapo.pt

Lugares blindadíssimos, quase inentráveis. Digno de quem já rodou o mundo e quer um belo desafio, é o visto pra Coréia do Norte. Se pra um pedido de visto convencional, como para os EUA ou Canadá, a preocupação é provar renda e ter data marcada para voltar, no país mais fechado do mundo você deve, de qualquer forma, provar que não é um jornalista. Nada de celulares, nada de binóculos, nada de câmeras, nada de dar um passo que não seja cordenado pelo guia de turismo. Guia este que é devidamente indicado pela Organização Estatal de Turismo do país e vai tratar de só te levar às áreas permitidas, ou seja, aquelas onde o contato com locais será o mínimo possível.

Reino do Butão - fonte: http://manualdafelicidade.blogspot.com
Visitar a Coréia do Norte pode parecer tão pouco tentador quanto, por exemplo, o Butão. A diferença é que este último afasta mais pelo nome que por qualquer outra coisa. Os templos e monastérios encravados nas cordilheiras evidenciam a completa falta de transformação que o tempo levou a este pequeno e mágico território. Cercado de espiritualidade e ainda chamado de reino, o Butão ignora indicadores convencionais de desenvolvimento, sobrevivendo ora da felicidade, ora da falta de conhecimento de sua população "trancada" em um mundo à parte. A abertura ao turismo é controladíssima e só se pode entrar comprando um pacote completo, que inclui de guias à acomodações e traslados. Quem já foi, diz que a burocracia é totalmente compensanda pela experiência.

Meca - fonte: brasildestino.wordpress.com

Também na linha "impossível para viajantes independentes", a Arábia Saudita vai na contra-mão de toda a península arábica. Enquanto Qatar, Emirados Árabes, Bahrein e outros países da região abrem suas portas para o turismo, os sauditas continuam sob um conservadorismo irredutível. Não muçulmanos são especialmente mal vistos mas, mesmo fiés do Islam, tentando fazer sua peregrinação sagrada à Meca, têm pedidos de visto recusados frequentemente. A mão de ferro da ditadura, constantemente atribuída à religião, dá 100% de controle ao rei do maior e menos desvendado país da península.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Só falta litoral

fonte: http://info.abril.com.br

Agora que estou prestes a começar uma nova fase na vida, as choradeiras e nostalgias insistem em me contagiar. Numa delas, comecei a fuçar nos mapas e recordações de viagem por algum tempo tentando achar algum assunto que tivesse a ver com isso, até perceber que não havia momento mais oportuno pra falar sobre o canto que eu mais gosto: São Paulo. Foi aqui, afinal, que nasci, cresci e fiz meus votos no réveillon de 2009/2010 – dentro de poucos dias e muitos quilômetros depois, falta pouco pra se concretizar.

Amo demais esse pedaço de terra. Baita pedaço de terra, aliás - que embora tão grande, pareça cada dia mais apertado. São Paulo se apóia em sua diversidade e tolerância para tentar superar este e todos seus outros pertinentes percalços.

O que seria dessa cidade, não fossem seus quase 20 milhões de habitantes (contando zona metropolitana) trabalhando, consumindo, planejando, construindo, se movendo e sonhando 24 horas por dia. É uma pena que o sentimento de solidariedade não se espalhe com a mesma eficácia desse corre-corre frenético da rotina paulistana, o que a torna uma metrópole extremamente privada. Talvez por isso, lugares públicos antes tão vistosos, como o centro, estejam no atual nível de depredação.

De forma inexplicável, essa gigante ainda se desenvolve, mesmo depois de tantos maus exemplos: seus governantes construíram rodovias que iam direto de suas casas para as empresas que presidiam e criaram taxas sobre o lixo produzido por imóvel.

Toda a energia dessa gente sempre cheia de horários, com pressa, que tem que chegar em casa e decidir se toma banho ou janta para não perder mais de suas poucas horas de sono, se canalizou em um caos fascinante, produtor de uma cena gastronômica, cultural e noturna que não perde para nenhuma outra no mundo. A beleza, há algum tempo, já não é o forte de São Paulo e, certamente, por ser uma cidade do terceiro mundo, isso pesa muito para a falta de renome internacional. Ela não se revela facilmente. São necessários alguns dias para se sentir a vontade quando estiver inserido nessa máquina onde tudo funciona desordenadamente, sem parar. Desde que não envolva areia e água salgada, qualquer roteiro é possível por aqui.

A auto-estima de paulistano é frequentemente abalada, sim, pelos problemas proporcionalmente imensuráveis da gigante, mas isso não é tudo que há por aqui. Com segurança ou não, sob regras injustas ou não, na Paulista ou no Capão, estar em São Paulo significa isso mesmo – participar de um contexto real e não ter como ser omisso, sem possibilidade de ver a vida apenas passar.

Veja também:
- Onde comer bom bacalhau em São Paulo
- Em São Paulo, pra gostar de comida japonesa
- Vila Mariana: a vila sem multidões
- Não temos cafés, mas temos padocas
- De onde vêm os ET's?
- Os melhores destinos do mundo, segundo leitores do Trip Advisor
- Como deixar uma cidade orgulhosa: Biblioteca de São Paulo instalada no antigo Carandiru

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Em Dubai, o metrô com classe

fonte: http://dubaimetro.eu
Faz sentido: se as estações parecem aeroportos, os trens parecem aviões - com direito a divisão de classes. Tendo uma linha em funcionamento e outra em construção, o metrô de Dubai tem trens dividos em três categorias. Duas delas são relativamente comuns: uma para mulheres e crianças e outra pra homens.

A extravagância a la petróleo é a classe Gold. Com todos os bancos de couro, assentos mais espaçados e janelas maiores, os vagões sem motorista oferecem visão panorâmica dos lados e à frente. Tem até trilhomoça.

fonte: http://blog.foreignpolicy.com
A expansão da rede de metrô, assim como de toda a cidade, teve seu ritmo avassalador prejudicado pela crise de 2008. Quando a recessão chegou, o projeto de mais duas linhas, que já estavam desenhadas e prontas para serem erguidas, foi parar na gaveta e nunca mais saiu.

fonte: http://www.dailytonic.com

domingo, 12 de dezembro de 2010

Meu cartão não funcionou no exterior, e agora?

http://creditocelular.com

Você avisou o banco que ia viajar, disse pra onde e em que data, pediu pra que o cartão fosse habilitado para uso no exterior e, na hora de usar, não há mandinga que faça a maquininha imprimir seu comprovante. Aqueles segundos entre a digitação de senha e a aceitação ou não do cartão são especialmente tensos na primeira compra, quando a gente acaba de chegar ao destino.

Se você reservou seu hotel pela internet, é muito provável que essa seja a conta de estréia do seu Platinum Gold Super Premium que o banco prometeu que tinha a melhor conversão de milhas do mercado. Ou seja, se o cartão não funcionar, o movimento dos sem cama te aguarda.

Tudo tem grande chance de dar certo, pra falar a verdade. Só que é bom ir remediado:

1 Leve todos os seus cartões. Antes pecar por excesso.

2 Leve cartões de múltipla função. Assim, se apenas uma das funções (débito ou crédito) estiver desativada, ainda há um plano B.

3 Verifique se, no verso do Mastercard, há o logotipo da Cirrus e, no verso do Visa, o logotipo da Plus. São as respectivas redes internacionais de saque e débito e cartões não aceitos nessas redes não são válidos fora do país.

4 A tecnologia de cartões com chip ainda não está redondinha. Não há uma padronização de quantos dígitos as senhas tem que ter, ou seja, sua senha de seis dígitos às vezes nem cabe numa máquina que só aceite quatro. Portanto, se a senha não for aceita, solicite que o cartão seja passado na tarja, pois três tentativas de senha recusada vão bloqueá-lo.

5 Se não passar no chip e nem na tarja, ainda há uma rota de fuga antes de quebrar o cartão. O lojista pode pegar a numeração do cartão e solicitar o débito à operadora. Às vezes, este processo é até automático e, na hora, dá pra saber se deu certo.

6 Emergência! Os versos dos cartões têm números gratuitos ou que aceitam ligação a cobrar para atender especificamente a emergências no exterior.


Veja também:
- Como evitar sacanagens contra turistas, principalmente na primeira viagem
- Descubra o que vai comer no seu vôo
- Afinal quando vale a pena viajar de pacote?
- Terapia instantânea pra quem tem medo de avião
- Barateie sua viagem cuidando da logística

sábado, 11 de dezembro de 2010

Austrália: via Santiago, Buenos Aires, Johannesburg ou Dubai?

travel.latimes.com
Enquanto não há um vôo que faça São Paulo / Sydney sem escalas, quem vai pra Austrália tem algumas opções pra ganhar um carimbo a mais no passaporte. Todas merecem paradas, de duas ou até mais noites.

Johannesburg pode ser a excessão porque não é amor a primeira vista. Se beleza não conta, é no mínimo interessante observar como se comporta uma metrópole no coração da África, com todos os prós e contras que um país em desenvolvimento está acostumado - crescimento rápido sem estrutura física, centro abandonado e subúrbios podres de ricos, etc. Atrações como o Museu do Apartheid são únicas, além do estádio Soccer City, que sediou a abertura e o encerramento da Copa do Mundo de 2010. mais sobre Johannesburg

Tratando da passagem, voar pela South African é, geralmente, o melhor custo benefício das quatro opções, numa disputa acirrada com a Qantas. A diferença é que a australiana Qantas vai por Santiago. A capital continua sendo uma grande estrela. Discreta, é verdade, e quase sempre usada para paradas para outros pontos de maior interesse do Chile, como o deserto do Atacama. Em constante desenvolvimento, Santiago é uma cidade organizada e misteriosa com muito para ser visto além da casa de Pablo Neruda e a sombra da gigante que fica do outro lado dos andes, Buenos Aires. mais sobre Santiago

Buenos Aires que, talvez, seja a melhor opção das escalas. O triste é voar Aerolineas. Mesmo que a tarifa seja atrativa, pense algumas vezes antes de embarcar, até porque a Qantas também tem vôos a partir de lá. Pela parada, é quase impossível se arrepender. mais sobre Buenos Aires

Já Dubai, é uma escolha inusitada. O trajeto mais cumprido, porém, o mais bem servido. Não há grandes pechinchas na Emirates ou nas diárias dos resorts da cidade mais extravagante das Arábias mas, certamente, este é o caminho com mais mordomias.

domingo, 5 de dezembro de 2010

A 20 minutos de Munique, o primeiro campo de concentração da Alemanha

Portão com a gravação "trabalho pode livrar"
Em Dachau, hoje cidade satélite de Munique, foi concluído em 1933, a mando de Hitler, o primeiro dos campos de trabalho, como eram vendidos para a população os campos de concentração nazistas. Mesmo transformado em memorial, é de dar náuseas.

Camas dos prisioneiros são praticamente um armário com compartimentos
 Tem muita coisa bonita pra se ver na Alemanha, mas nenhuma delas está aqui. Tudo aquilo que há nos filmes - as camas de madeira empilhadas como se fossem armários, as câmaras de gás, as valas comuns - está lá, do jeito como foi criado e espalhado em mais algumas dezenas de campos pela própria Alemanha e o leste europeu.

Câmara de gás: disfarçada de chuveiro coletivo
Nas salas do alto comando, onde trabalhavam os administradores, há registros originais dos oficiais, em gravações de áudio e por escrito, do tipo: logística e tempo necessários desde o começo do transporte de um judeu até sua morte por asfixia e cremação. Isso porque Dachau não foi criado prioritariamente para extermínio, como outros campos. Algumas gravações de soldados e tenentes de altas patentes revelam ordens de tortura para prisioneiros considerados mais perigosos ao regime.

Fornos de cremação de cadáveres

Não bastassem as condições de todos os escravos mantidos ali, seus destinos eram mantidos em segredo: as câmaras de gás não eram visíveis das áreas comuns do campo. Elas ficavam há alguns metros e escondidas por árvores densas. Assim, outros prisioneiros não viam quando os corpos eram retirados para as valas comuns e o crematório.
Das torres de observação, das cercas elétricas ou do portão com os dizeres trabalho pode livrar, os oficiais nazistas que serviram neste campo entre 1933 e 1945 presenciaram a participaram de aproximadamente 30 mil mortes.

Campo de Concentração de Dachau
Terça a Domingo, das 9 as 17
Grátis
Dachau / Alemanha
Acesso para Dachau a partir de Munique pela linha S2 do metrô. Táxi das estação principal ao campo por cerca de 8 Euros.

Veja também:
- Hitler em Berlim
- Munique a qualquer hora
- Alemanha: hora de usar
- Mais Berlim
- Como chegar ao Neuschwanstein, o castelo que inspirou Walt Disney a desenhar o castelo da Cinderella
- Frankfurt: existe vida além da escala