sábado, 22 de janeiro de 2011

Despertador de Dubai


É assim que eu acordo aqui, nem precisa por o celular pra despertar! A propósito, olhando para o meio do vídeo - e se esforçando muito, - dá pra ver a mesquita de onde o som está saindo.

Veja também:
- Dubaienses, dubaianos e dubraisileiros
- O insight das embalagens das arábias
- Em Dubai, o metrô com classe

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O insight - e o out também - das embalagens das arábias

Embalagem é um negócio tão fascinante, que a gente compra produtos por causa dela todo santo dia e ainda é capaz de discutir, dizendo que não. Bom, se essa caixa de hamburguer aí em cima não tivesse o logotipo do S vermelho, ela com certeza não teria não teria se destacado tanto aos meus olhos, na prateleira que tinha uma meia dúzia de marcas ilegíveis. Além disso, olha só ali no cantinho, o selo verde com o desenho da faca, garantindo que a carne foi abatida como manda o Islam - tecnicamente, não sei se há diferença, mas a principal é que os muçulmanos não podem comer animais que não tenham sido sacrificados em nome de Allah. Vai ver é por isso que a carne aqui é tão cara: eles repassam para o consumidor o preço do fiscal que verifica o processo no matadouro. De qualquer forma, são dois coelhos numa tacada só: brasileiros, que não são poucos em Dubai; e população local, de grande maioria muçulmana, que compra um produto importado com certeza de não ferir suas tradições.

E esse leite, vendido em caixa de produto de limpeza? A cada gole, me imaginava tomando desinfetante.

Em compensação, nesta latinha, pode até colocar Dolly que vão tomar achando que estão abrindo felicidade.

Veja também:
- Em Dubai, o metrô com classe
- Duibaienses, dubaianos e dubraisileiros

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Dubaienses, dubaianos e dubraisileiros

Fog em Dubai. Aff!
Toda a monstruosidade de Dubai, de cara, já no aeroporto. Espaços amplos, mas sem divisórias e pilares imensos até o teto super iluminado. Eu, como bom pobre, fui direto comprar meu bilhete único: um Silver Card. Custa 20 Dirhams (um real compra pouco mais de 2 dirhams), sendo que 14 são de crédito para usar em metrôs ou ônibus. É recarregável e a tarifa é calculada automaticamente de acordo com a rota, sendo que um metrô utilizado 30 minutos após um ônibus, ou vice versa, está incluído no preço da passagem. No geral, uma viagem nunca sai mais cara que 4,10 Dirhams, mesmo que seja para uma zona mais afastada. Para os trajetos mais comus, dentro da zona onde estão compreendidos os maiores pontos de interesse -
incluindo o aeroporto -, a tarifa é de 2,30. Pela qualidade do serviço, dá pra dizer que é de graça.

É tudo verdade: 1 - os trens são tão silenciosos e confortáveis, que às vezes dá vontade de não descer. 2 - Os pontos de ônibus são câmaras envidraçadas e com ar condicionado. 3 - Faz frio e até bate um ventinho de vez em quando: hoje chegou a 16 graus.

Ponto de ônibus. Dá pra ver os banquinhos ali dentro da cabine?
Ah, claro. Sangue de paulista: queria o bilhete único para ir até a Santa Ifigênia dubaiana. Tem uma avenida, bem simpática até, chama Khaled bin Al Waleed, chegável pela estação de mesmo nome, onde vende tudo quanto é tranqueira, principalmente eletrônica. A principal diferença - além de que os produtos são originais - foi no movimento: duas e meia da tarde e um monte de lojas fechadas - eles fazem sesta, tipo restaurante, sabe? De trancar a porta e tudo e só voltar lá pelas três ou quatro. A sesta é sagrada, assim como a sexta que, para os muçulmanos, é o dia que tudo fecha. Dos preço da tranqueiragem, pelo menos os anunciados nas vitrines, bem razoável. Mas ainda preciso fuçar mais por ali.

Ainda não foi assim aquele choque, até porque Dubai é bem ocidentalizada e tem muitos estrangeiros. De tanto brasileiro, português jájá vira idioma oficial. Se não virar também, eu acabo aprendendo árabe decorando a oração que o pessoal da mesquita aqui do lado faz, no alto falante, 5 vezes ao dia.

Veja também:
- Em Dubai, o metrô com classe

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Berlim: pertinho do Checkpoint Charlie, o Museu da Salsicha

bohnenzaehler.blog.de
Ficou horrível essa tradução livre! Museu da Salsicha não é motivo pra ninguém ir à Berlim, ok. Mas com certeza você vai passar no checkpoint Charlie, uma réplica de uma das portarias que dividiam Berlim e, bem ali do lado está o Currywurst Museum. Enquanto no museu do checkpoint uma aglomeração de gente compra pedaços do muro com certificado de originalidade, o museu da salsicha com curry diz muito mais sobre os tempos atuais da cidade - reinventivo e lúdico, desses cheios de recursos e interatividades, assim como a própria Berlim.

O currywurst é o seguinte: alemão já gosta pouco de salsicha; Berlim, especificamente após a Segunda Guerra, se deslocou do glamour da Europa durante sua reconstrução. Lá pro fim dos anos 40, resolveram misturar o curry que, apesar de indiano, já fazia sucesso na Inglaterra, que dominou parte da Alemanha. Nasceu assim, em um cúmulo de globalização, o fast-food alemão. 

fonte: http:// letsburger.potterish.com
No museu, os temperos e variedades da currywurst são apresentados de forma convidativa. "Veja, sinta o cheiro e depois o sabor. Todos seus sentidos serão estimulados." - diz o site. Dá até pra preparar o seu próprio prato em um jogo que mistura mídias e objetos de brinquedo, como potes de ketchup, pó de curry e faca, já que a salsicha é servida em rodelas. "O currywurst é parte de Berlim tanto quanto o Portal de Brandenburgo" - completa a descrição.

De fato, o currywurst é, hoje, um ícone da Berlim dos berlinenses. Em todo canto há um trailer, os imbiss, servindo a refeição nos pratinhos de papel com batata frita. Nada mais justo que um museu que é uma reverência à cidade, tão indefinível e maluca quanto ele próprio.

em alemão
 
Currywurst Museum
Schutzenstrasse 70, Berlim
10 às 22 - última entrada às 20
Ingresso: adulto - 11 Euros / crianças de 6 a 13 - 7 euros / até 6 anos - gratuito
http://www.currywurstmuseum.de/


Veja também:
- Berlim de LEGO
- Mais Berlim
- Hitler em Berlim
- Alemanha: modo de usar

sábado, 15 de janeiro de 2011

Mais de Boipeba, a ilha do sossego

Chegada à ilha, na praia da Boca da Barra
Eu quero ser piloto de lancha na Bahia. Ou então, só passageiro frequente mesmo. Sei lá, quero algum jeito de encumpridar essa pouco mais de uma hora que você fica se sentindo um rei, tomando vento e reclamando do calor. Entre um sol e outro, seja o pôr ou o nascer, uma água de côco, por favor.

Sou a favor de uma lancha direta entre São Paulo e a Bahia. O trajeto entre Morro e Boipeba é muito curto!
Cueira, quase deserta

Degradê de azuis e quase nenhuma onda na Bainema, na maré baixa...
e na alta também.

Se não estiver no passeio de um dia à partir de Morro...
você ganha este poente de presente.

Veja também:
- A apenas uma lancha do Morro de São Paulo, a Ilha de Boipeba
- Salvador: a cara do Brasil
- Pra que a pressa, se em casa não tem caipirinha de siriguela?

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A Ilha de Boipeba está a apenas a alguns minutos de barco da muvuca de Morro de São Paulo

Cueira: extensa e magnífica
A Ilha de Boipeba, ao sul de Salvador, ainda é bastante encarada como um bate volta de Morro de São Paulo. Sorte de quem vai là procurando sossego, pelo menos por enquanto - o acesso complicado por transporte público à partir de Torrinhas ou Valença, cidades vizinhas, pode ser substituído por lanchas expressas que, embora mais caras (R$ 55,00 cada trecho), facilitam muito a logística da coisa toda. A tendência, agora, é que a estrutura rústica seja lentamente substituída por muvuca e agito. Só não aconteceu ainda com todo aquele estrondo, por conta de Boipeba, ao contrário de Morro, não soar impactante aos ouvidos do turismo. "Boipeva? Boiteba? Pra onde você vai mesmo?"

Depois o garoto veio todo feliz querendo ver como tinha ficado a foto


É nesse clima que a descida até essa ilha pouco explorada, torna a viagem tão interessante. Você estava em Salvador - cidadezona confusa -, segue ao Morro - onde a vida noturna e as capirinhas são mais curtíveis que as próprias praias - e, de repente, se vê num vilarejo de dois ou três quarteirões, pegando carona em tratores improvisados como ônibus pra, aí sim, curtir uma praia de verdade.

Moreré na maré baixa
Cueira, por exemplo, consome uma meia hora de caminhada não sinalizada e que faz perguntar se o trajeto está mesmo certo. Na areia, não foi diferente. A maré que vai e volta cem, duzentos, trezentos metros durante o dia, muda a paisagem completamente. Em Moreré, aquela que tem que chegar de tratônibus, os barcos encalhados e os bancos de areia da manhã vão vendo o mar avançar até quase não deixar espaço pra caminhar com os pés secos. Vale a pena chegar cedinho pra acompanhar a transformação. Acordar cedo tem tudo a ver com Boipeba, falando nisso - pra tomar aquele café da manhã caprichado da pousada e ter o dia totalmente claro, mas ainda não tão quente.

Bainema
Mais fácil ver passar uma charretinha que uma família pela areia batida da Bainema. Logo depois de Moreré, a praia começa meio brava, cheia de ondas, e vai acalmando. Fica mais bonita a cada passo, até chegar no auge: a divisa com a Ponta de Castelhanos. Quanto menos pessoas, mais caranguejos - aparecendo e desaparecendo tão rápido que os buracos na areia são incontáveis. 

Foto tirada quase em alto-mar... com a água na canela

A beleza das praias, tão grandes e tão desertas, dá certeza que é isso mesmo que estamos fazendo ali. É pra isso que estamos lá. Nada de excursões muvucadas e nem berros de monitores, daqueles que o pessoal contrata pra matar saudade do chefe. Não há nada como viajar, mesmo. Em plena Bahia, quilômetros e quilômetros de praia sem axé no último volume. Bença!

Veja também:
- Salvador: a cara do Brasil

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Em Salvador: pra que a pressa, se em casa não tem capirinha de siriguela?


A complexidade de Salvador é intimidadora, às vezes. Mas como tudo que é mais difícil, dá mais prazer depois de ser conquistado. Acho que se a cidade falasse, ela nunca te daria um conselho - aquelas chatices de faça, não faça, não entre, não vá. É mais provável que esperasse você perguntar porque tanta falta de iniciativa pra depois dizer: pra que a pressa?

As medidas de tempo é rapidinho e já tá vindo são um pouco mais longas que o senso comum e, já no nome do bar, você lembra disso - o Pereira, barzinho chique à meia luz da Barra, divide atenção com a filial vizinha, o Pereira Sussa. A vista é praticamente a mesma, o ambiente é mais bem elaborado no Pereira que não é sussa (tanto internamente, quanto na varanda) e a comida é mais típica. Belo por do sol, belo atendimento e belo camarão com casquinha frita de tapioca. Ainda bem que eu estava bem capitaneado, porque é o tipo de coisa que eu nunca pediria sozinho - camarão, lagosta e caranguejo não são a minha. Pelo contrário, casquinha de siri e carne de sol vão bem de qualquer jeito.


Já no Pelourinho, comer bem é tão difícil quanto é possível supor. É o carro chefe do turismo em Salvador e sempre vai ser a parte mais sujeita a produções na cidade. Lindo nos principais largos e ruas restauradas, uma certa decepção na parte fora do circuito chamariz. Bom mesmo foi tomar um suco no Hotel Pestana Convento do Carmo e um sorvete no Cubana. No hotel, alguma coisa entre admiração e inveja são sentimentos recorrentes enquanto se observa aquela área de lazer fantástica e tão conceitual. Tô longe de conseguir um quarto ali... mas o suquinho de abacaxi e hortelã deu pra pagar =D


No Cubana, o sorvete no ponto certo tem mais graça se for de uma das frutas da região, como mangaba, cajá e cupuaçu. Mangaba e cajá, mais azedinhas, vão bem com alguma coisa com leite condensado ou nutella. Nem sabia identificar essas frutas, pra falar a verdade. Quando confundi umbu com pitanga (sem maiores detalhes, um é verde e o outro laranja) me senti em outro país. Infelizmente, não achei sorvete de siriguela, meu novo xodó. A fruta em si, o suco, tudo é bom. Na caipirinha, vai bem até com Orloff. Siriguela para o sudeste, já!

Sorveteria A Cubana
Rua Portas do Carmo, 12
(71) 3321-6162
Salvador - BA

Pestana Convento do Carmo
Rua do Carmo, 1
(71) 2104-8200
Salvador - BA

Veja também:
- Abrindo o ano em Salvador, a cara do Brasil



domingo, 9 de janeiro de 2011

Salvador, a cara do Brasil.


Na verdade eu abri 2011 em são Paulo, mesmo. Por pouco não pulei as 7 poças d'água, já que no dia primeiro, quando me mandei, o tempo fechou na selva de pedra. Em compensação, um pouso noturno com céu limpinho em Salvador, incontáveis estrelas e o termômetro do Farol da Barra marcando 30 graus às duas da manhã anunciaram que coisa ruim não poderia vir.


Lembrando que duas da manhã eram pra ser três, se não fosse no Nordeste. Que injustiça: o maior litoral do Brasil não ganha horário de verão. É o ritmo próprio da Bahia - até pra contagiar leva um tempo, pra descontagiar então... acabei entrando no clima e deixei o blog parado por quase 10 dias, ainda mais depois de preencher tanto "desempregado" nas fichas de check in dos hotéis.

Piscina de borda infinita do Mercure Rio Vermelho
Situação curiosa - a melhor hospedagem da viagem foi a mais barata. Quarto espaçoso, tv de LCD, vista pro mar e uma espetacular piscina de borda infinita. Preço pra quem chega na porta procurando um quarto no Mercure: R$375,00. No booking, numa bela promoção de última hora, saiu menos da metade. E em pleno Rio Vermelho, bairro de vida noturna intensa. Para turistar durante o dia, é um pedaço onde os táxis ou ônibus são necessários mas, logo que o sol se põe, as mesas espalhadas pelo Largo da Mariquita começam a encher e viram ponto de partida para outros barzinhos e baladas da região. O Zen Thai é o mais chique, sequer permite chinelos ou camisetas - mistura de baladinha exclusiva com comida asiática. Ao ar livre e bem mais democráticas, as barracas da Cira e da Dinha fazem filas pra servir acarajé - outra delícia aziática, mas dessa vez com z.

Moqueca de filé de pescada, no Yemanjá
Se localização é importante em qualquer lugar do mundo, na capital da Bahia ela é vital. Salvador é das cidades mais difíceis de se compreender que existem - geograficamente, culturalmente e em todas as outras pluralidades. Daí o seu encanto. É fácil achar uma fitinha colorida do Senhor do Bonfim em cada esquina, seja por vendedores, lembranças de restaurantes ou lojinhas, mas talvez você tenha que se embrenhar um bocado na cidade pra, quem diria, comer uma boa moqueca.

Sai daí tiozinho bêbado! Deu trabalho ficar esperando a baiana aparecer na porta

Pôr do sol no Farol da Barra
É também onde está o Pelourinho, conjunto arquitetônico português mais representativo fora de Portugal e, ao mesmo tempo, a maior porcentagem de população negra (cerca de 80%) em uma cidade fora da África. A cara do país, liralmente - veja no mapa: a Baía de Todos os Santos tem a forma do estado da Bahia, que tem a mesma forma do Brasil. Pra ficar ali perto, aliás, a zona hoteleira da Avenida Sete de Setembro é uma boa referência por estar ligando o próprio Pelourinho ao Farol da Barra, os dois pontos mais emblemáticos de Salvador. Entre as duas extremidades, escolha o farol, que fica na "esquina" entre as praias da Barra, é mais seguro e as coisas acontecem noite e dia.

Veja também:
- Pra que a pressa, se em casa não tem caipirinha de siriguela?

sábado, 1 de janeiro de 2011

Cidades históricas do Brasil: além de Minas Gerais

Morretes, no Paraná
Sabia que além de Diamantina, Ouro Preto, Tiradentes e companhia existem muitas outras cidades históricas no Brasil? E não se trata dsa renomadas Olinda (PE), Paraty (RJ) e Petrópolis (RJ). As mineiras, sem injustiça, recebem mais atenção - são as mais imponentes. Só que de história, nosso país é cheio. E ela está devidamente contada e conservada em outras cidades.

Bahia
Porto Seguro é, hoje, conhecida por ser um destino de férias, excursões e muita mãozinha pro alto. Só que há quase 500 anos, ela foi a primeira "metrópole" brasileira. Um núcleo urbano que cresceu rapidamente e tinha um mínimo de infra-estrutura. Apesar disso, não foi a primeira cidade brasileira, lugar ocupado por Santa Cruz da Cabrália, inclusive descrita nas cartas de Pero Vaz de Caminha. Arraial D'Ajuda e Trancoso, outros destinos preferidos da Bahia pela beleza do litoral, também têm vilinhas históricas preservadas e fazem parte da Costa do Descobrimento.

Goiás
Tombada pelo patrimônio mundial da UNESCO, a Cidade de Goiás é das jóias mais preservadas do Brasil. Ex-capital do estado, agora interiorana por vocação. A imensa quantidade de imóveis oitocentistas foram inspiração para a obra de Cora Coralina. Perto dali, mas com acesso não tão fácil, está Pirenópolis, tranquila e cheia de ladeiras de pedra, nostálgica como os casarões barrocos e neo-clássicos. Há réplicas de prédios do século XVIII que já são quase centenárias, como a Casa de Câmara e Cadeia, de 1919.

Paraná
Depois de um trecho de trem que vai Mata Atlântica abaixo de Curitiba a Morretes, uma cidade bucólica se apresenta em pracinhas com feira de artesanato e casarões a beira rio transformados em restaurantes. O barreado, prato de origem açoriana, feito de carne e farinha, é a pedida. Antonina fica a 18km e pode ser alcançada por ônibus ou carro. Paranaguá, a primeira cidade paranaense, fica no fim da linha de trem e, por ser portuária desde 1934, teve crescimento natural. Hoje, além das beleza arquitetônicas do centro histórico, Paranguá também oferece passeios de barco, como a rota freqüente que opera rumo a Ilha do Mel.

Veja também:
- Serra Verde Express, o trem de Curitiba
- O Brasil que ninguém mais pode mexer