sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Por 2 anos Esvaziando a Mochila!
Ambição, como eu aprendi, não tem nada a ver com ganância. Ambição é o desejo, o tesão, o que te levanta da cama achando o dia bonito ou não. Os meus dias, enquanto eu puder continuar viajando, serão sempre lindos.
Tudo de bom que tem acontecido nesses quase vinte e cinco de vida e dois de blog não me dão razão pra qualquer reclamação dessa vida. Aos 24, tenho mais mais países que anos - é uma babaquice ficar contando, é verdade. Mas não nego que, quando ganhei o vigésimo quinto carimbo, senti algo diferente. Um insight devastador, daqueles que te faz lembrara a diferença entre gostar do que faz e amar o que faz.
Talvez porque aos 15, eu só teria passado por 16 países se fosse filho do Roberto Justus e, aos 60, só terei pisado em 61 se o leste europeu continuar se dividindo como nas últimas décadas. É bom pensar no mérito próprio; é melhor ainda pensar nas pessoas que me trouxeram, me seguram aqui e me fazem ambicionar cada vez mais.
Obrigado, obrigado e obrigado!!
10 posts mais visitados neste segundo ano:
- Planejando seu safari na África do Sul (África do Sul)
- Onde ficar em Johannesburgo (África do Sul)
- Alemanha: modo de usar (Alemanha)
- Munique a qualquer hora (Alemanha)
- Buenos Aires pela primeira vez (Argentina)
- O que ainda não foi falado sobre Buenos Aires (Argentina)
- Além de tudo, Curitiba é um exemplo (Brasil)
- Québec City (Canadá)
- Orçando Orlando (Estados Unidos)
- Porto, em Portugal, é a chance de ir a Europa gastando pouco (Portugal)
ps: dei de presente pro blog umas páginas novas, com destinos agregados por região, pra facilitar a navegação =D. Os links estão ali em cima, perto do cabeçalho.
ps2: segundo ano do blog e segunda vez que atraso o post de feliz aniversário (que devia ser no dia 27/10)... ele já está começando a falar e eu ainda não consigo fazer um texto de 10 linhas em dia!
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Praga não está mais escondida, muito menos revelada
Ao contrário do que eu imaginava, o turismo de Praga nunca foi pequeno. "Mesmo em épocas de de União Soviética, já era um destino bem procurado por habitantes do bloco" - me contou uma estudante de hotelaria em uma conversa de trem - "A diferença é que agora Praga é que ficou pequena para o turismo."
De fato, Praga tornou-se diminuta pra tanta gente. Ela vive, hoje, uma romanização - existe um raio a partir do centro, onde estão concentradas as principais atrações, que virou uma área de extinção de nativos. Quase não há moradores, porque a maioria já foi empurrada para subúrbios residenciais e não existe mais baixa temporada. Verão é verão, a Europa sai de férias e viaja mesmo; o Inverno é frio pra danar mas tem o apelo da neve e das decorações de natal, que deixam a cidade com uma atmosfera épica; e primavera e outono são a alta estação de quem não gosta da alta estação.
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| Old Town Square - o centro da cidade velha, onde Praga começou |
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| Relógio Astronômico, na Torre da Prefeitura da Cidade Velha |
Se isso é ruim? Por um lado, os grupos que começam a brotar de tudo quanto é lugar a partir das 9:30 da manhã deixam as zonas principais num clima meio Disney. Por outro, o turismo é um mercado que gera grana e empregos como nenhum outro, em todas as áreas.
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| Bonde: depois dos seus pés, o melhor jeito de se mover em Praga |
Além disso, com o crescimento de Praga, não só a região central se mantém vitalizada, como bairros mais afastados também. O Zizkhov, por exemplo, dono de um patrimônio arquitetônico fantástico, se torna ainda mais vivo quado a noite cai. Os bares da moda se acendem, com iluminações minuciosamente planejadas pra serem vistas do lado de fora, pelas vidraças gigantescas, chamando o pessoal pra ambientes ultra aconchegantes. Fica fora do circuito turístico, mas é facílimo de chegar: o metrô Jiriho z Podebrad fica no meio do bairro. Foi no Apetit, um restaurante simples na Rua Vinohradská, que comi o melhor, mais barato e mais farto goulash da viagem toda - 100 Kc (+ ou menos 10 reais).
É de noite, também, que Praga se torna ainda mais cenográfica. Contradizendo uma forte tendência das cidades grandes, não fica mais bonita porque, as luzes, espantosamente fracas, tingem as
ruas e paredes de amarelo. Mesmo a Ponte Carlos, o principal marco da cidade, não consegue escapar. Os monumentos que vigiam os dois lados da ponte mais antiga da Europa são tão sombrios, que mostram o quanto a cidade é boa pra educar seus filhos - ó lá filhão, se você não parar agora o moço da estátua vai te pegar. As estátuas são réplicas, já que as originais foram distribuídas por museus, mas causam o mesmo suspense. E na extremidade da ponte do lado da cidade velha, ainda há um museu de instrumentos medievais de tortura.
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| Ponte Carlos |
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| Torres góticas fazem sombra na Old Town Square |
Hollywood se aproveita muito dos panoramas e das pontes durante o dia e dos becos sinistros à noite - Do Inferno, filme sobre Jack, o Estripador, tem Londres como pano de fundo, mas Praga foi escolhida para a filmagem de várias cenas noturnas. Menos aterrorizante, mas muito mais dramático, Amadeus também é um grande filme pra inspirar uma viagem à cidade. A biografia, que transformou Mozart em um cara cool, teve várias locações na cidade que, na época do longametragem, ainda era um segredo para o ocidente. Principalmente espaços internos, como o Prague Estates Theatre, onde Mozart estreou e performou Don Giovanni.
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| Um dos monumentos que vigia a Ponte Carlos e o Castelo de Praga ao fundo |
Escura, porém segura. A noite de Praga tem dois pontos que são infalíveis pra se orientar: o centro da Cidade Velha ou a Wenceslas Square - que apesar no nome, é uma avenida - sempre têm algum burburinho. A primeira opção vale pra um belo jantar, desses que caem bem em dias frios; a segunda é mais agitada e é o ponto de partida pras baladas e as atrações proibidas para menores.
No contra-fluxo, do outro lado do rio Vlatva, a rua Karmelitska tem restaurantes de várias partes do mundo e quase todos os frequentadores são locais. Pra chegar lá, como em qualquer outro lugar, despreze o metrô. Não que não seja bom, muito pelo contrário, mas Praga tem uma rede metrô de superfície super compreensiva e com sinalizações que não podiam ser mais claras.
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| Teatro de marionetes, uma tradição da República Tcheca |
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| Cidade amarela: iluminação fraca que aumenta o clima de suspense em Praga |
Linda demais pra se estar debaixo da terra. Tão encantadora, que seu nome é mais forte que o nome do próprio país. Um país, aliás, cheio de catedrais imensas, mas onde quase 50% dos habitantes são ateus. Praga é a cidade grande que se descolou mais rápida e intensamente dos costumes da época do socialismo. Aprendeu com a Europa ocidental como mudar seus hábitos e, hoje, ela é que é a referência. Misteriosa, jóia que nunca esteve completamente escondida mas, talvez, também nunca vá se revelar por completo.
Veja também:
- Praga, a cidade das torres
- Praga: comida de rua, mas feita por chefs
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Praga, a cidade das torres
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| Praga vista da Torre do Relógio Astronômico, no Centro Velho |
As torres de Praga são incontáveis. Enquanto estamos esprimidos entre nas ruas da cidade velha, não podemos contar muitas mas, assim que se sobe em alguma, as outras vão pipocando no horizonte. Uma mais afiada que a outra - mesmo as não tão altas, merecedoras de serem chamadas arranha-céus. Vista do alto, Praga é um imenso tapete vermelho de telhados, estendido para que as pontas góticas sobre ele dêem seu show de dramaticidade.
Aliás, a relação que a cidade tem entre drama e show é mais antiga que parece: há alguns séculos, quando revolucionários conseguiam depor um monarca, jogavam-no pelas janelas. Não existia Cidade Alerta, então a população ia ver o espetáculo ao vivo - e ainda interagia, chutando tudo lá embaixo.
Enfim, em Praga não há mais governantes ou revolucionários como os daquela época. Apenas tome cuidado pra não se embasbacar demais com a vista e acabar como os reis.
Torre do Relógio Astronômico
Desta torre na prefeitura velha de Praga, dá pra ver até o que acontece nos restaurantes e cafés que ficam no topo dos predinhos. De manhã, o sol bate na direção do Castelo, que fica ainda mais imponente. Como fica bem no meião da cidade, é onde estão as vistas mais bonitas. Pode olhar pra qualquer lado que há coisa boa pra ver.
Torre da Ponte Carlos
A Ponte Carlos tem torres em suas duas extremidades. A que fica do mesmo lado do rio que tem o Castelo é menos concorrida.
Petrin Hill
A melhor das vistas pra se localizar. Daqui dá pra ter uma boa noção do conjunto e mapear na cabeça as principais zonas de Praga. Antes de subir neste réplica de Torre Eiffel, há um trecho a ser feito por um funicular, que aceita o ticket do transporte público de um ou três dias.
TV Tower
Construída sem dó em cima de um cemitério pelo governo soviético, esta obra tão contestada, no bairro de Zizkov, mostra ângulos não muito usuais, já que não a localização não é tão central. Por ser muito alta, muitos dos detalhes da arquitetura baixa de Praga se perdem.
Castelo de Praga
Ao longo do Castelo de Praga há vários e vários mirantes, já que seus arquitetos, ao longo dos mais de 600 anos em que o castelo foi cosntruído, se aproveitaram bem da diferença de relevo entre o terreno e o resto da cidade.
- Praga: comida de rua, mas feita por chefs
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Rússia: Turismo Oficial dormindo
Não sei como, mas este não é o vídeo oficial do Turismo de São Petersburgo, na Rússia. Sequer está publicado na página deles (http://www.saint-petersburg.com/), que só tem uns clipes bem velhinhos - devem ter sido filmados pelo próprio Pedro I (olha só, a Rússia também teve Pedro I!), logo após fundar a cidade. No Youtube, a maioria dos comentários são em russo, então não deu pra descobrir quem editou e produziu essa maravilha.
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domingo, 9 de outubro de 2011
Metrô de São Petersburgo
| Metrô de São Petersburgo - Estação Ploschad Vosstaniya |
São Petersburgo, Rússia. Esta é a estação de metrô mais perto aqui do hotel, pela qual cheguei esta tarde, vindo do aeroporto. Tinha escutado falar que os policias, às vezes, implicam com quem tira fotos nos transportes públicos da Rússia, então deixei a tralha no quarto e voltei lá pra admirar e registrar alguma coisa com o iDependência. 25 rublos (+ ou - R$ 1,50) pra descer pra estação e voltar - tão bonito e barato, que dá pra pagar mesmo sem usar.
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sábado, 8 de outubro de 2011
Praga: comida de rua feita por chefs
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| Centro da Cidade Velha, Praga |
Estava perambulando, hoje, pelo bairro judeu de Praga. Se olhava pra cima, eram aquelas fachadas opulentas e impecáveis, como se tivessem sido restauradas ontem; se olhava pra baixo, aquele monte de loja de marca pra não deixar dúvidas sobre a prosperidade da área. Bonito de ver... de longe - Cavalli, Gucci e Armani são dos poucos pontos da cultura italiana que não me atraem.
Mas ao pegar uma das ruas que, inevitavelmente, levam à Praça do Centro Velho de Praga (onde fica o Relógio Astronômico), comecei a me encontrar. Havia um monte de barracas espalhadas pela praça e, pra minha surpresa, não era mais uma dessas feirinhas de artesanato. A feira era, na verdade, uma experimentação de comidas e bebidas preparadas por vários hotéis da cidade e seus fornecedores.
Comida de rua, mas preparada por chefs! Idéia espetacular e o negócio casou bem. Rumo à obesidade, me permiti duas tentativas: a primeira, um pernil com pêras. Não sei se é porque eles investiram na simplicidade, ou porque o frio dá mais fome ou sei lá o que, mas estava ridículo de bom.
Preenchido a o compartimento do estômago que trabalha com carnes, ainda restava uma vaga no setor de massas. Um mini nhoque frito em bacon e repolho - que se eu for tentar descrever, vão me censurar - tomou posse.
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| Talheres descartáveis, mas a combinação é sofisticada: pernil com pêras |
A gula estava quase vencendo a falta de fome mas, mesmo que as porções não fossem grandes, os pratos típicos dessa região são bem pesados. Fiquei só de olho no resto e resistindo: presuntos inteiros, salsichas com mostardas de mais de dez tonalidades diferentes, pães, geléias caseiras, concurso de bolos artesanais e, é claro, cerveja! Cada prato por, em média, 50 Coroas Tchecas (R$5,00).
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| Concurso de bolos: eu votei nesse, mas não pude experimentar =( |
Com as moedas que não deram pra nada no bairro judeu, fiz valer meu último dia em Praga!
ps: todas as fotos tiradas com o filho do Steve, o qual vêm me salvando desde que descobri que, além da bateria reserva da câmera, esqueci também o cabo usb.
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Viva a memória
Steve Jobs - 1955 / 2011
Estava me divertindo hoje de manhã, no Castelo de Praga. Que cenário! Foto daqui, foto dali. Em duas horas a bateria da câmera tinha acabado. Tranquilo, é só pegar a bateria reserva que já está carregada e... cadê ela?
Não estava num bolso, não estava no outro, não estava na mochila e nem tinha ficado no hotel. Eu esqueci... de novo. Um cabo, um adaptador ou uma bateria - enquanto eu não aprender e colocar tudo junto, um deles sempre vai ficar pelo caminho.
Vi os olhinhos puxados por trás daquelas Nikons e bateu uma inveja danada. Não pelas câmeras ou lentes sensacionais que todos eles têm - a minha é uma cybershot de bolso, 12 mega, modelo 2008, usada, único dono, mas que desespero ficar sem ela. Voltar pro hotel, talvez? Esquece! Esperar a carga completa vai me fazer perder o dia. É... Praga sem câmera... é o que tem pra hoje.
Entre um bico e outro por não poder fotografar detalhes que saltaram aos meus olhos, percebi que, com a câmera, talvez nem os tivesse notado. Conversei com gente pra caramba e lembrei que, desde de novembro de 2009, quando viajei com meus primos, não passava um dia de viagem sem tirar fotos.
Pra acalmar meus genes orientais (que eu devo ter pego por osmose depois de trombar em tanto grupo de excursão daquelas bandas), tirei essa foto da Catedral de São Vitu com o iPhone, ainda sem saber que ele estava órfão. Curti o resto do meu dia de sem-câmera, antes de voltar pro quarto e ver a notícia triste. Essa parte da viagem, assim como este cara espetacular, fica guardada no cartão mais potente que existe, a memória.
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Londres me paga
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| Abadia de Westminster: umas das atrações mais famosas (e caras) de Londres |
Se tem um lugar que retribui cada centavo do seu preço, é Londres. É cara, tem o problema da moeda - a Libra Esterlina ainda é a moeda mais forte em circulação - e a inflação vem mirando o Reino Unido. Orçamento de viagem quase sempre estoura e, em Londres, é ainda mais fácil disso acontecer. Algumas referências para que, ao fim de sua estada por lá, os gastos não sejam tão fantásticos quanto a cidade:
1 Full English Breakfast na Victoria Station £8,50
Torradas, peito de peru, cogumelo, tomate, ovo mexido, batata frita, salsicha e feijões. Como o nome diz: completo. Dentro da estação, diversos restaurantes servem.
2 Rodízio no Preto Churrascaria £19,50
Carne brasileira de brasileira de primeira, incluindo buffet de saladas. Atendimento excepcional em ambiente simples e aconchegante.
3 Abadia de Westminster £19,00
Fundada há mais de mil anos e modificada através dos tempos, abriga os sepulcros de Isaac Newton e Charles Darwin, entre outros. Uma vez na vida... por que não?
4 Táxi do Aeroporto de Heathrow £55,00 a £65,00
Tarifa até o centro (região de Westminster). Se não estiver sobrando, não cometa este atentado contra o seu bolso. Há trens expressos regulares e metrô até a estação Paddington.
5 Noite em hotel 3 estrelas
Este item é polêmico. Depende da época, da localização... como em qualquer outro lugar. Mas a não ser que um porão como o que o Harry Potter dormia na casa dos tios seja suficiente, reserve pelo menos £70,00 por dia.
6 Oyster Card £5,00
Cinco pounds só pra receber o cartão, equivalente ao bilhete único. Depois disso, precisa de crédito pra qualquer viagem. De qualquer modo, a maneira mais tranquila de usar qualquer transporte público sem ter que ficar calculando tarifas de acordo com as zonas e os horários. Se contar que, em caso de integração, o cartão sempre te deduz da forma mais econômica possível.
7 Ingresso para jogo do Arsenal no Emirates Stadium £53,00
Para a Premier League (Primeira Divisão da Inglaterra), sem que o adversário seja nenhum dos arquirrivais. Arquibancada do anel superior, na lateral do campo.
8 Um Pint £4,00
Se não der pra entrar no estádio, sente-se num pub e peça um copão de cerveja. Afinal, são 50 pounds a menos.
9 London Eye £18,60
Consolidada como uma das maiores atrações turísticas de Londres, o Olho de Londres fere a vista quando observado da margem oposta do Tâmisa, mas oferece o panorama mais abrangente da cidade. Preço para um adulto, na bilheteria.
10 Guarda Chuva £20,00
Lei da oferta e da procura né... em Londres, mais essencial que carteira e documento.
*Os preços são aproximados e baseados em viagem feita em setembro/2011
Vejam também:
- Londres é o mundo, agora faz sentido
- Londres real: a troca da guarda
- Fotografe o Big Ben
- Bate volta de Londres: Stratford Upon Avon, visitando Shakespeare
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